<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6802299907061895778</id><updated>2011-07-30T13:21:30.337-07:00</updated><category term='Outros'/><category term='Reportagem'/><category term='Livros'/><category term='Noticia'/><category term='Saúde'/><title type='text'>Carreira Universitária</title><subtitle type='html'>Este blog foi criado pelas estudantes de Jornalismo da Unisinos, Magda Marques e Ana Paula Muller. Através desta ferramenta são compartilhados textos realizados em sala de aula. O objetivo é exercitar o conhecimento em webjornalismo adquirido com o professor Demétrio Soster na disciplina de Jornalismo On-line I.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://carreirauniversitaria.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6802299907061895778/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://carreirauniversitaria.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Magda Marques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15455249028921123028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/Suze_dI1VRI/AAAAAAAAAEQ/Ow8SEFGeZGA/S220/Imag041.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>15</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6802299907061895778.post-3343490123159552220</id><published>2009-11-30T11:58:00.001-08:00</published><updated>2009-11-30T14:22:55.209-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reportagem'/><title type='text'>Pesquisa Clínica no Combate à Doenças</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;Disciplina: Redação Jornalística II&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Ana Paula Escobar&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.anvisa.gov.br/"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5409989110877373602" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 292px; CURSOR: hand; HEIGHT: 244px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_3bP8b3dcosg/SxQkbtiTxKI/AAAAAAAAAD4/N3U0aakIKOw/s400/867716_not_fot.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O Brasil entrou definitivamente na rota dos grandes estudos clínicos. Nos últimos dez anos, o país tornou-se um importante centro de testes de novos fármacos em seres humanos. Segundo a revista &lt;a href="http://www.veja.com.br/"&gt;Veja&lt;/a&gt; do mês de março de 2008, foram registrados mais de 800 protocolos entre 2005 e 2007 de experimentos e gêneros envolvendo 15 mil participantes ou sujeitos de pesquisa. Pesquisa clínica é um conjunto de estudos controlados realizados em seres humanos, com a finalidade de testar a eficácia e segurança de fármacos, medicamentos e vacinas com o objetivo de desenvolver a ciência da saúde que resulta em melhorias no tratamento da doença e na qualidade de vida do paciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É fato que a participação dos estudos clínicos traz benefícios para várias parcelas da sociedade. Sendo mais específica, os grandes beneficiados são os pacientes e a indústria farmacêutica”, destaca a monitora de pesquisa clínica da &lt;a href="http://www.roche.com.br/"&gt;Roche Brasil&lt;/a&gt;, Larissa Rocha Moreira. Os pacientes que são acompanhados em estudos clínicos recebem um tratamento diferenciado com cuidados médicos, de enfermagem e farmácia mais rigorosos. Os estudos oferecem melhor tratamento, porque uma pesquisa compara o melhor medicamento de tratamento usual com uma nova droga que pretende ser no mínimo melhor que o já utilizado. Para a indústria farmacêutica, as pesquisas admitem acesso a muitos investigadores fortemente motivados com novos medicamentos, permitindo também, a criação e desenvolvimento de médicos líderes de opinião sobre o nova droga que a indústria está desenvolvendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por ano, a indústria farmacêutica movimenta na área de pesquisa 30 bilhões de dólares. Comparando com outras chamadas indústrias de inovação (como por exemplo, a eletrônica), a farmacêutica é a que possui a maior porcentagem de suas receitas aplicadas em pesquisa: mais ou menos 18%. “A pesquisa científica hoje está controlada pela indústria farmacêutica. Daí vem o dinheiro e é quem controla os estudos mais importantes, define as perguntas que serão respondidas, os problemas mais importantes. Cabe à indústria discutir a melhor estratégia: continuar vendendo caro para um número pequeno de pessoas ou vender barato para um número maior”, explica o doutor Carlos Barrios, professor da Faculdade de Medicina da PUC de Porto Alegre e diretor do Centro de Pesquisa em Oncologia, em entrevista a revista Carta Capital em 09/05/2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, em 2002, os dados mostraram investimento de 112 milhões de reais em pesquisa clínica, mas o País ainda participa de menos de 1% dos estudos internacionais. Embora ainda pequeno pelo potencial brasileiro, nos próximos anos este índice deve aumentar com os patrocínios das indústrias farmacêuticas e os trabalhos desenvolvidos por muitas equipes de estudos clínicos do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na região noroeste do estado do Rio Grande do Sul, a 400 km de Porto Alegre, a pesquisa clínica do &lt;a href="http://www.hci.org.br/"&gt;Hospital de Caridade de Ijuí (HCI)&lt;/a&gt; está beneficiando muitos pacientes com câncer da cidade e região. A ideia de organizar uma pesquisa foi a partir de um sonho antigo do diretor do Centro de Pesquisa em Oncologia do HCI e médico oncológico, Fábio André Franke. Como tudo tem um início, a primeira oportunidade de conduzir um estudo surgiu no ano de 2000, num projeto que apenas registrava formulários e questionários de qualidade de vida dos pacientes. Para o médico Fábio, essa chance foi algo muito estimulante porque aprenderam muito a maneira de como registrar corretamente e, oficializar as informações relevantes do projeto. “Nosso desempenho foi muito acima do esperado, conseguimos durante 6 semestres ser o centro do Brasil que mais registrou esse tipo de formulário. Isso fez o que nos ganhássemos e chamássemos a atenção para outros projetos”, diz Franke.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, a pesquisa clínica do HCI está trabalhando com 25 protocolos de câncer de mama, pulmão, próstata, pâncreas, sarcoma e melanoma. O aumento dos estudos permite cada vez mais o envolvimento com os sujeitos de pesquisa e a importância de se trabalhar com dedicação e ética. Por isso, o uso das boas práticas clínicas é indispensável, porque são conjuntos de normas e orientações éticas e científicas, para o desenho, condução, registros e divulgação de resultados dos estudos clínicos. Seus objetivos são basicamente dois: garantir que os dados sejam confiáveis, reproduzíveis e bem coletados e, o segundo, de importância igual ou maior que o anterior; é que sejam preservados os direitos, a integridade e a confidencialidade dos pacientes. “Basicamente, a ética é quem determina o que se pode ou não se fazer com uma pessoa quando ela entra em um tratamento”, ressalta a monitora de pesquisa clínica do &lt;a href="http://www.hcpa.ufrgs.br/"&gt;Hospital de Clínicas&lt;/a&gt; de Porto Alegre, Luciane Kalakun.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A decisão do paciente de entrar em um estudo clínico é determinada por ele e seus familiares. O médico responsável pela pesquisa irá explicar ao paciente sobre o estudo que ele irá participar, quantas vezes ele vira ao centro, quais os procedimentos que ele irá fazer e tirar todas as suas dúvidas. Após a decisão do paciente, ele assina o termo de consentimento livre e esclarecido, que é um documento importante que determina que os estudos possam ser iniciados e, que o paciente está de acordo com o mesmo. “É um documento importantíssimos na pesquisa clínica e, basicamente ele é documento de proteção do sujeito de pesquisa”, comenta a coordenadora de pesquisa clínica do HCI, Adriane Fontes de Oliveira. O termo constitui essencialmente as justificativas desse estudo, os principais procedimentos, a metodologia, o que será feito para o paciente, com o paciente, os efeitos colaterais que podem ocorrer, os riscos possíveis, os benefícios do acesso a medicação e se há outras possibilidades de tratamento concomitante ou após o tratamento da medicação em estudo. “Enfim, tudo que está definido nesse termo de consentimento é o que será realizado no período de tratamento e, após a descontinuação da medicação, quando a gente diz que o paciente permanece em follow-up”, conclui Oliveira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os estudos clínicos estão crescendo cada vez mais no Brasil e, no sul do país não é diferente. Os tratamentos que a pesquisa clínica do HCI está possibilitando aos pacientes é uma terapêutica adequada e moderna, a um custo praticamente inexistente. “O beneficio é possibilitar que todos os pacientes, até os que são atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), tenham acesso a esses novos tratamentos”, acrescenta Franke. Apesar de todas as vantagens da pesquisa clínica, muitos pacientes morrem antes mesmo de completar o estudo ao qual está submetido. Para os familiares e pacientes, a expectativa é que os protocolos em que estão participando possam ser o melhor caminho para a cura. Segundo o paciente da pesquisa clínica do HCI e voluntário do estudo para câncer de próstata, Heitor Hoefling, 78 anos, o importante é não desistir do tratamento. “Eu tenho muita esperança que o estudo seja positivo, estão fazendo uma experiência comigo, mas estou levando muita esperança no tratamento. Eu me sinto ótimo e a minha saúde está bem”, afirma Heitor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6802299907061895778-3343490123159552220?l=carreirauniversitaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://carreirauniversitaria.blogspot.com/feeds/3343490123159552220/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://carreirauniversitaria.blogspot.com/2009/11/disciplina-redacao-jornalistica-ii-por.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6802299907061895778/posts/default/3343490123159552220'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6802299907061895778/posts/default/3343490123159552220'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://carreirauniversitaria.blogspot.com/2009/11/disciplina-redacao-jornalistica-ii-por.html' title='Pesquisa Clínica no Combate à Doenças'/><author><name>Ana Paula Müller</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10107240542224353347</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_3bP8b3dcosg/SxQkbtiTxKI/AAAAAAAAAD4/N3U0aakIKOw/s72-c/867716_not_fot.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6802299907061895778.post-346819516141680324</id><published>2009-11-30T06:29:00.000-08:00</published><updated>2009-11-30T10:18:27.409-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Noticia'/><title type='text'>Rock na universidade</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Por Magda Marques&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A &lt;a href="http://www.unisinos.br/"&gt;Unisinos&lt;/a&gt; inova com o &lt;a href="http://http//www.unisinos.br/vivadorock/"&gt;Curso de Formação de Produtores e Músicos de Rock&lt;/a&gt;, qualificando os alunos para o mercado musical. Jovens de todos os estilos que curtem o rock agora encontraram um caminho para se tornar um profissional da área da música.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assista o vídeo e conheça melhor o curso.&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-149c0b9857152f1f" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v15.nonxt2.googlevideo.com/videoplayback?id%3D149c0b9857152f1f%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331423653%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3DA4D0748CF505CFD6D5AEAC1952FE7EF51AE8F3C.3663FDED96E04BFECDAEFCEE970EDFB7B09553D1%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D149c0b9857152f1f%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DfmJhrkbR0xACas1WZQ9HxflGC2g&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v15.nonxt2.googlevideo.com/videoplayback?id%3D149c0b9857152f1f%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331423653%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3DA4D0748CF505CFD6D5AEAC1952FE7EF51AE8F3C.3663FDED96E04BFECDAEFCEE970EDFB7B09553D1%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D149c0b9857152f1f%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DfmJhrkbR0xACas1WZQ9HxflGC2g&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6802299907061895778-346819516141680324?l=carreirauniversitaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://carreirauniversitaria.blogspot.com/feeds/346819516141680324/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://carreirauniversitaria.blogspot.com/2009/11/rock-na-universidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6802299907061895778/posts/default/346819516141680324'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6802299907061895778/posts/default/346819516141680324'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://carreirauniversitaria.blogspot.com/2009/11/rock-na-universidade.html' title='Rock na universidade'/><author><name>Magda Marques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15455249028921123028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/Suze_dI1VRI/AAAAAAAAAEQ/Ow8SEFGeZGA/S220/Imag041.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6802299907061895778.post-1103892377781827603</id><published>2009-11-29T07:18:00.000-08:00</published><updated>2009-11-29T14:01:06.276-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros'/><title type='text'>Jornalismo de Revista</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/SxKR_baKLII/AAAAAAAAAG8/wHC8qykOmFQ/s1600/jornal+revista.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 153px; FLOAT: left; HEIGHT: 224px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5409546621300649090" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/SxKR_baKLII/AAAAAAAAAG8/wHC8qykOmFQ/s200/jornal+revista.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;Por Magda Marques&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;A obra &lt;a href="http://books.google.com.br/books?id=94zChw4odPkC&amp;amp;dq=jornalismo+de+revista&amp;amp;printsec=frontcover&amp;amp;source=bn&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;ei=05ASS9XRLM6dlAffxOyWBA&amp;amp;sa=X&amp;amp;oi=book_result&amp;amp;ct=result&amp;amp;resnum=4&amp;amp;ved=0CBQQ6AEwAw#v=onepage&amp;amp;q=&amp;amp;f=false"&gt;Jornalismo de Revista&lt;/a&gt;, de Marília Scalzo, traz uma análise deste meio em nove capítulos. Discute as técnicas de construção de um texto do gênero e os rumos do mercado de trabalho no setor. Ela faz um passeio na história desde o surgimento da primeira revista e escreve sobre as dificuldades financeiras que levaram a falência empresas do mercado editorial. Indaga sobre como deve ser uma boa revista e a evolução dessa mídia no Brasil. Discute o que difere este tipo de publicação de outros meios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A revista trata o leitor com intimidade e precisa saber o que ele quer. Para fazer isso, é preciso ouvi-lo. Cada vez mais as revistas têm canais de interatividade com o leitor, seja por telefone, e-mail, pesquisas ou cartas. A revista cria identificações, dando a impressão de pertencer a um determinado grupo. Scalzo ressalta que quem define o que é uma revista é o seu leitor. Enquanto o jornal fala para um público sem rosto, a revista entra no espaço privado. Nas ultimas décadas os jornais procuraram ficar mais parecidos com as revistas, através dos temas ou divisão de cadernos. Porém, não tiveram sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A jornalista lembra que a primeira revista foi fundada em 1663 na Alemanha e se chamava Erbauliche Monaths Unterredungen ou Edificantes Discussões Mensais. Tratava-se de um volume no formato de livro, e só foi caracterizada como revista, por conta dos artigos de teologia e periodicidade regular. Dois anos depois, surge na França a primeira revista literária, a Journal des Savants. Na seqüência, aparecem em épocas diferente o Giornali dei Litterali (Itália) e o Mercurius Librarius ou Faithfull Account of all Books and Pamphlets (Inglaterra). O termo magazine, segundo Scalzo, surge especificamente em 1704, na Inglaterra, com um volume também parecido com um livro. Os títulos da época transitam por várias estéticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só em 1731 surge a primeira revista semelhante ao nosso padrão moderno The Gentleman's Magazine, na Inglaterra. Nos Estados Unidos, a marca inicial é o ano de 1741, quando são fundadas a American Magazine e General Magazine. Hoje, Scalzo informa que nos Estados Unidos são impressos cerca de 6 bilhões de exemplares/ano, contra 600 milhões de exemplares/ano no Brasil. No século XIX a revista cresce e dita moda. Há o desejo maior de ler e instruir-se. Com o avanço das artes gráficas, a revista passa a ser um meio que possibilita tratar de vários assuntos num só lugar, com imagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A autora destaca que a revista era vista como um objeto apenas para a elite, por isso pouco acessível. Os jornais eram mais engajados, ligados a tendências ideológicas, a partidos políticos e à defesa de causas públicas. As revistas tinham o papel de complementar a educação, se relacionando mais com a ciência e cultura. Marília Scalzo salienta que a partir do crescimento das tiragens aumentou os anunciantes. Outra conseqüência foi a redução do custo de produção e menor preço do exemplar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As revistas femininas do século XIX abordavam os afazeres do lar e as novidades da moda. Algumas oferecem moldes de roupas e desenhos bordados. Naquele século, também se desenvolvem um modelo de publicações literárias e científicas, a Scientific American e National Geografhic Magazine. Na época são lançadas publicações sobre Arqueologia, Filologia, Geografia, Medicina e Engenharia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na obra Jornalismo de Revista está destacado o surgimento da revista Time em 1923. Os fundadores, Haidden e Luce, tinham a ideia de trazer notícias da semana do país e do mundo, com informações cuidadosamente apuradas. Por trás daquele projeto havia a ideologia norte-americana de culto ao sucesso. O resultado dessa revista foi um modelo para todo o resto do mundo. No Brasil, a Veja, criada em 1968, tornou-se seu subproduto mais reconhecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As revistas fotográficas também são citadas no livro. Em 1936, Luce põe no mercado editorial a revista Life, uma publicação semanal ilustrada. Já no primeiro editorial, a revista se propõe a ver a vida, ver o mundo, testemunhar grandes acontecimentos, observar o rosto do pobre e os gestos dos orgulhosos, ver coisas estranhas. A Life passou a ser copiada na França pela Match. Na Alemanha a Stern usa a mesma fórmula, e no Brasil, o Cruzeiro e Manchete seguem a receita e se tornam fenômenos editoriais. Scalzo relata que em 1921, Dewitt e Acheson criam o lendário título Reader's Digest que no Brasil adotou o nome Seleções. A publicação condensava artigos de outras revistas e jornais, oferecendo ao leitor uma variedade de assuntos inéditos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro Jornalismo de Revista também trata de dois títulos que são sucesso até os dias de hoje, a Elle e a Playboy. A primeira foi iniciada em 1945, logo após o final da guerra. O objetivo de Helene Lazareff é o de restituir na mulher francesa o gosto pela vida depois de anos de privação e sofrimento. A polêmica Playboy é concebida por Hugh Hefner. Sua ideia é misturar sofisticação com bom jornalismo, boa ficção, humor requintado, moda, bebida e gastronomia, tudo aliado a fotos de garotas nuas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, as revistas chegam no começo do século XIX junto com a corte portuguesa, que fugia da perseguição napoleônica. O primeiro título foi “As Variedades” ou “Ensaios de Literatura”. Passou a ser editado em 1812 na Bahia e propõe-se a publicar discursos sobre costumes e virtudes morais. Scalzo trata também dos fenômenos editoriais como “O Cruzeiro”. Idealizada pelo jornalista Assis Chateaubriand, a revista estabelece uma nova linguagem na imprensa nacional, por meio da publicação de grandes reportagens. A concorrente desta fase era a Manchete. A revista é fortemente ilustrada e valoriza ainda mais os aspectos gráficos e visuais. Ambas decretam falência do modelo das revistas semanais ilustradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, um tempo depois, surge o jornalismo investigativo com a “Realidade”, em 1966. Esta foi a inspiração da revista Veja, publicação que se solidificou no início dos anos 70 e hoje vende 1,2 milhão de exemplares semanais. Veja é atualmente a quarta revista de informação mais vendida no mundo, atrás apenas das norte-americanas, Time, Newsweek e US News &amp;amp; World Report. A autora também caminha pelo marketing editorial lembrando as diferenças da revista com outros meios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marília Scalzo escreve sobre a relação jornalista-leitor, sobre os formatos da periodicidade, e das recentes tendências como as costumer publishing ou costumer news, revistas feitas sob encomenda para empresas ou grupos e geralmente tratam de estilo de vida. A especialização do jornalista de revista é outra área explorada pela autora. Scalzo aborda os princípios do jornalismo, da responsabilidade social, credibilidade, ética e dá dicas de como se deve atuar para ter melhor aproveitamento nesta profissão. Ela salienta para seus leitores, que o chamado texto mais elaborado não é só uma questão de estilo. Diz que o segredo está na apuração e quem tem um número maior de informações qualificadas na mão, tem muito mais chances de escrever uma boa reportagem. "Não adianta querer ficar bordando um texto vazio de informação. Jornalismo não é literatura”, destaca Scalzo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro Jornalismo de Revista fornece bons subsídios aos estudantes de Jornalismo. Uma leitura produtiva que faz a pessoa refletir sobre muitos aspectos do meio da comunicação. Traz dados importantes sobre o perfil e trajetória de várias revistas que marcaram a história no Brasil e no mundo. Um livro que contribui com informações essenciais para a carreira de um jornalista de revista. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6802299907061895778-1103892377781827603?l=carreirauniversitaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://carreirauniversitaria.blogspot.com/feeds/1103892377781827603/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://carreirauniversitaria.blogspot.com/2009/11/jornalismo-de-revista.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6802299907061895778/posts/default/1103892377781827603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6802299907061895778/posts/default/1103892377781827603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://carreirauniversitaria.blogspot.com/2009/11/jornalismo-de-revista.html' title='Jornalismo de Revista'/><author><name>Magda Marques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15455249028921123028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/Suze_dI1VRI/AAAAAAAAAEQ/Ow8SEFGeZGA/S220/Imag041.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/SxKR_baKLII/AAAAAAAAAG8/wHC8qykOmFQ/s72-c/jornal+revista.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6802299907061895778.post-5360048374995195336</id><published>2009-11-29T07:07:00.000-08:00</published><updated>2009-11-29T14:03:39.575-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros'/><title type='text'>Estilo Magazine</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/SxKPzQ3G59I/AAAAAAAAAGs/t0EhFA_YyGQ/s1600/magazine.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 124px; FLOAT: left; HEIGHT: 180px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5409544213287593938" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/SxKPzQ3G59I/AAAAAAAAAGs/t0EhFA_YyGQ/s200/magazine.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;Por Magda Marques&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O livro &lt;a href="http://books.google.com.br/books?id=Q-NNqJoljZAC&amp;amp;dq=o+estilo+magazine+o+texto+em+revista&amp;amp;printsec=frontcover&amp;amp;source=bl&amp;amp;ots=r6Xxb9-p7V&amp;amp;sig=6g1wvXSgdcDOI0u6WQDItEnjmvg&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;ei=fI4SS77WGYbglAfMkomxAg&amp;amp;sa=X&amp;amp;oi=book_result&amp;amp;ct=result&amp;amp;resnum=2&amp;amp;ved=0CAsQ6AEwAQ#v=onepage&amp;amp;q=&amp;amp;f=false"&gt;Estilo Magazine&lt;/a&gt;, do professor e jornalista &lt;a href="http://www.sergiovilasboas.com.br/home.html"&gt;Sérgio Vilas Boas&lt;/a&gt;, analisa o particular universo das revistas de informação. A obra mostra como evoluiu as características do texto em revista e suas diferenciações com os jornais diários. Assinala que o texto jornalístico tem coerência própria, padrão e estilo. Em foco as revistas "&lt;a href="http://veja.abril.com.br/"&gt;Veja&lt;/a&gt;" e "&lt;a href="http://www.terra.com.br/istoe/"&gt;IstoÉ&lt;/a&gt;". Também chama a atenção do leitor para as diferenças entre o dia-a-dia dos noticiários e as publicações interpretativas semanais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As revistas podem produzir textos mais criativos, utilizando recursos estéticos incompatíveis com a velocidade do jornalismo diário. O tempo disponível para produção lhe dá a oportunidade de pesquisar mais profundamente os acontecimentos. Busca informações sobre o antes, durante e o depois, e consegue proporcionar assim, uma visão geral dos fatos. Outro ponto positivo deste suporte é a liberdade de criação que o meio oferece aos autores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois da fase de organização das ideias é preciso buscar um rumo harmonioso e atrativo para o texto. No ritmo frenético das redações é pouco comum a elaboração de textos leves, humorados e com toques sutis. Isso faz com que os textos se tornem comuns, como se fossem gerados por máquinas. A revista tende a preencher a lacuna deixada pelo telejornalismo. A tonalidade é a característica que mais diferencia a revista de um jornal. Na revista, o tom é uma escolha prévia de linguagem e no jornal as matérias soam com objetividade e isenção. É válido encontrar uma linguagem apropriada para o contexto do assunto abordado, dando ritmo à leitura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Sergio Vilas Boas, as revistas exigem dos profissionais textos elegantes e sedutores. Sendo assim, o leitor é atraído e não dispensa a leitura do material sem chegar às últimas páginas. Pensar por que escrever é fazer funcionar de modo organizado a lógica do pensamento. “Sem isso, dificilmente um texto mais longo alcançaria seu maior objetivo que é prender a atenção do leitor do inicio ao fim”, ressalta o autor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entender sobre o assunto abordado e ter muitas informações sobre ele, ajuda na elaboração da matéria. Vilas Boas sugere: “Construa-o com a mesma fome que o leitor lerá.” Ele também recupera o histórico do New Journalism, gênero expoente na imprensa americana na década de 60. É o que se pode chamar de jornalismo literário, realçando a observação participante do repórter, buscando a fusão entre as técnicas jornalísticas e literárias. Porém, quando se trata de diferenciar a linguagem da reportagem a do romance, Vilas especifica que a supra-realidade não interessa ao jornalismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo da obra, Sérgio Vilas Boas analisa o perfil de revistas, como a extinta “O Cruzeiro” (1928), que, por meio de reportagens investigativas e polêmicas, contribuiu para reafirmar o gênero magazine no Brasil. Segundo Vilas Boas, a receita era simples: resenha do noticiário nacional e internacional da semana, com um fardo material fotográfico, reportagens e uma série de colunas abordando vários assuntos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No terceiro capítulo, o livro traz trechos de matérias publicadas pela Veja e pela IstoÉ. O autor analisa que a abertura das matérias é quase sempre uma narrativa climática seguida do primeiro tópico frasal. Através de exemplos e sugestões, salienta nuances do texto, mostrando outras possibilidades de escrita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro é, praticamente, uma conversa com o leitor, Sergio Vilas Boas destaca formas cabíveis ao desenvolvimento de um jornalismo mais criativo. "O Estilo Magazine" traz um bom apanhado sobre o estilo, a fluência, uniformidade, tonalidade e apuração do jornalismo de interpretação. Esta leitura é importante tanto para profissionais de imprensa, como para estudantes de jornalismo. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6802299907061895778-5360048374995195336?l=carreirauniversitaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://carreirauniversitaria.blogspot.com/feeds/5360048374995195336/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://carreirauniversitaria.blogspot.com/2009/11/estilo-magazine.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6802299907061895778/posts/default/5360048374995195336'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6802299907061895778/posts/default/5360048374995195336'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://carreirauniversitaria.blogspot.com/2009/11/estilo-magazine.html' title='Estilo Magazine'/><author><name>Magda Marques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15455249028921123028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/Suze_dI1VRI/AAAAAAAAAEQ/Ow8SEFGeZGA/S220/Imag041.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/SxKPzQ3G59I/AAAAAAAAAGs/t0EhFA_YyGQ/s72-c/magazine.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6802299907061895778.post-6226759705285537805</id><published>2009-11-29T06:59:00.000-08:00</published><updated>2009-11-29T14:03:59.623-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros'/><title type='text'>Como se relacionar com a mídia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/SxKMpsWQeBI/AAAAAAAAAGc/2TNNHcSZ1vY/s1600/Maristela.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 154px; FLOAT: left; HEIGHT: 218px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5409540750332426258" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/SxKMpsWQeBI/AAAAAAAAAGc/2TNNHcSZ1vY/s200/Maristela.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;Por Magda Marques&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A jornalista Maristela Mafei sempre buscou estar atenta às tendências do mercado de comunicação. O livro Como se Relacionar com a Midia traz ao longo de dez capítulos ensinamentos para assessores de imprensa, estudantes de jornalismo e de relações públicas. Publicado pela Editora Contexto veio colaborar com o ensino acadêmico expondo a história da profissão, além da discussão de temas atuais. Ela retrata a função do assessor relatando casos, vivências, macetes e como gerenciar crises institucionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A obra oferece dicas úteis para quem almeja trabalhar neste mercado cada vez mais competitivo, em que a circulação de notícias corre em ritmo acelerado. Ressalta a importância deste trabalho que tem crescido, favorecendo não só artistas como empresas. O conteúdo expõe também parte da história do Grupo Máquina da Notícia, uma das maiores agências de comunicação corporativa do país, fundado há dez anos pela autora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É comum nos períodos de crise que matérias negativas sejam publicadas por diversos veículos de comunicação. O assessor de imprensa é que irá gerenciar a situação. A autora Maristela Mafei afirma que é necessário um plano de contingência para ser acionado em situação de crise. “Nessas horas, é preciso tomar medidas que não paralisem a instituição e que ajudem as decisões a fluírem melhor, tirando o assessorado da crise o quanto antes”, diz a jornalista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assessor de imprensa ou relações públicas? Essa discussão levanta muitas hipóteses. A pesar das diferenças, a autora defende que as práticas se complementam. “Hoje não se concebe a existência de um bom assessor de imprensa que possa prescindir de uma gama de instrumentos da área de comunicação, todos abrigados sob o conceito do que se poderia chamar relações públicas”, ressalta Maristela Mafei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que o trabalho de assessoria seja feito de forma eficiente é preciso estar em contato permanente com a mídia. A jornalista fala de particularidades que distinguem os assessores de imprensa, muitas vezes mal vistos pelas redações de grandes veículos. O livro situa o jovem profissional neste segmento da comunicação, chamando sua atenção para o exercício consciente da profissão. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6802299907061895778-6226759705285537805?l=carreirauniversitaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://carreirauniversitaria.blogspot.com/feeds/6226759705285537805/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://carreirauniversitaria.blogspot.com/2009/11/como-se-relacionar-com-midia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6802299907061895778/posts/default/6226759705285537805'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6802299907061895778/posts/default/6226759705285537805'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://carreirauniversitaria.blogspot.com/2009/11/como-se-relacionar-com-midia.html' title='Como se relacionar com a mídia'/><author><name>Magda Marques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15455249028921123028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/Suze_dI1VRI/AAAAAAAAAEQ/Ow8SEFGeZGA/S220/Imag041.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/SxKMpsWQeBI/AAAAAAAAAGc/2TNNHcSZ1vY/s72-c/Maristela.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6802299907061895778.post-3729792465431883650</id><published>2009-11-27T17:24:00.000-08:00</published><updated>2009-11-29T14:05:09.622-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Noticia'/><title type='text'>Loucos pela diversidade</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/SxB8647_23I/AAAAAAAAAGM/U_aD3q8ezF0/s1600/image001.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 225px; FLOAT: left; HEIGHT: 187px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5408960503630257010" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/SxB8647_23I/AAAAAAAAAGM/U_aD3q8ezF0/s200/image001.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;SID/MinC entrevista a coordenadora do projeto 'Programa Igual Diferente' premiado no Edital&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura (SID/MinC) deu início a uma série de entrevistas com os participantes dos projetos contemplados com o Prêmio Loucos pela Diversidade, uma realização do Ministério da Cultura, por meio da SID/MinC e da Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz, por intermédio do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Saúde Mental, com apoio da Caixa Econômica Federal. O Prêmio contemplou 55 iniciativas que promovem, sem fins lucrativos, atividades culturais com pessoas em sofrimento psíquico. A cada semana uma entrevista será publicada na página da Secretaria. O objetivo é contribuir para traçar um panorama das iniciativas desse tipo existentes no país. A coordenadora do 'Programa Igual Diferente', Daina Leyton, foi a primeira entrevistada e falou sobre o projeto desenvolvido pelo Museu de Arte Moderna (MAM), de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/SxB9bLin3eI/AAAAAAAAAGU/wCu8-D7V0Mg/s1600/image003.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;SID: Em que consiste o Programa Igual Diferente?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Daina Leyton:&lt;/strong&gt; 'O Programa Igual Diferente', desde de 2002, promove o estudo e a criação de arte por meio das modalidades artísticas, como pintura, escultura, apresentações, fotografia, entre outros, em vários cursos e oficinas de capacitação, sem fins lucrativos, que são oferecidos aqui, para a sociedade civil e para pessoas em sofrimento psíquico ou com algum tipo de deficiência. Ele consiste na tentativa de articular a sociedade civil com a saúde mental, na tentativa de quebrar as barreiras do preconceito e estimular talentos e projetos.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/SxB9bLin3eI/AAAAAAAAAGU/wCu8-D7V0Mg/s1600/image003.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 226px; FLOAT: left; HEIGHT: 173px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5408961058379914722" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/SxB9bLin3eI/AAAAAAAAAGU/wCu8-D7V0Mg/s200/image003.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;SID: Para você, qual é o papel de iniciativas como o Prêmio Loucos Pela Diversidade na promoção de projetos como este?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daina Leyton: “Iniciativas como estas são fundamentais para que a pessoa em sofrimento psíquico consiga realizar a sua reintegração social. Estimular projetos como esse, como faz o Prêmio, é um marco no processo da promoção e da construção de um outro olhar para a questão dos deficientes mentais, e mais do que isso, é também um importante passo na quebra de preconceitos e um incentivo não só para que outras instituições desenvolvam atitudes semelhantes, mas também para que os próprios freqüentadores do programa dêem continuidade para suas atividades.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;SID: É comum os freqüentadores do Programa darem continuidade às suas habilidades artísticas?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Daina Leyton:&lt;/strong&gt; “Ah, sim, eles encaram as atividades desenvolvidas não como uma parte do tratamento de suas deficiências, mas sim como algo relacionado diretamente com as suas vidas, como a de qualquer outra pessoa não portadora de deficiência que também participa. Foi uma escolha deles, uma atividade independente das terapias e outros tratamentos que passam. Por exemplo, tivemos casos de pessoas que seguem carreira e continuam com suas atividades artísticas até hoje, como o caso do artista plástico José Ricardo Peres, que teve aqui seu contato com a arte e hoje possui seu próprio atelier. É só uma questão de superar os estigmas e acreditar na competência.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;SID:&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#ff6600;"&gt;E como é estabelecido esse contato com a arte? O que acontece com o que é produzido aí?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Daina Leyton:&lt;/strong&gt; “No programa a gente também promove cursos dentro das categorias artísticas com duração de um ano, gratuitos, para estimular e aprimorar as habilidades dos freqüentadores. A gente expõe o trabalho deles, promovendo uma interação dessas pessoas com a sociedade e com o mundo. Dessa forma, a gente devolve para a sociedade um pouco do que é construído aqui dentro, visando que essas pessoas cada vez mais encontrem e conquistem um espaço na vida pública, trabalhando em conjunto uma visão social tanto dos deficientes quanto da sociedade civil, na tentativa de construir um outro olhar para a questão, livre de preconceitos e estigmas, um olhar, de modo geral, único.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;SID&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;: O que você sugere para pessoas que desenvolvem projetos semelhantes e que queiram se inscrever nos próximos editais do Prêmio Loucos Pela Diversidade?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Daina Leyton:&lt;/strong&gt; “Sugiro que dêem instrumentos e estimulem as atividades. A parte da criatividade, definitivamente, é por conta deles. Só precisam de estímulo e instrumento para mostrar do que são capazes, e assim sempre impressionarão”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Os interessados em mais informações sobre o programa podem entrar em contato com os responsáveis pelo projeto no email admam@mam.org.br ou pelo telefone (11)5085-1370.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fotos: Acervo do Programa Igual Diferente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comunicação SID/MinC &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6802299907061895778-3729792465431883650?l=carreirauniversitaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://carreirauniversitaria.blogspot.com/feeds/3729792465431883650/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://carreirauniversitaria.blogspot.com/2009/11/loucos-pela-diversidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6802299907061895778/posts/default/3729792465431883650'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6802299907061895778/posts/default/3729792465431883650'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://carreirauniversitaria.blogspot.com/2009/11/loucos-pela-diversidade.html' title='Loucos pela diversidade'/><author><name>Magda Marques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15455249028921123028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/Suze_dI1VRI/AAAAAAAAAEQ/Ow8SEFGeZGA/S220/Imag041.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/SxB8647_23I/AAAAAAAAAGM/U_aD3q8ezF0/s72-c/image001.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6802299907061895778.post-6493751906399111636</id><published>2009-11-08T14:40:00.000-08:00</published><updated>2009-11-08T15:19:48.843-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Outros'/><title type='text'>Além da teoria</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;Trabalhar com &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.unisinos.br/urbanothiesen/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=16&amp;amp;Itemid=29"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;televisão&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt; não é fácil e isso pode ser comprovado nas aulas de telejornalismo. Exige tempo, agilidade e rapidez. A professora de telejornalismo da Unisinos, Luiza Carravetta sempre diz que televisão não é fácil de fazer, mas é deslumbrante. Concordo plenamente com ela. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;Muitas vezes sair em campo para fazer as matérias é cansativo, acabamos tendo que voltar para gravar imagens que não ficaram boas, áudios que falharam, entre muitos outros. Mas quando terminamos a reportagem e assistimos o produto final em aula vemos que o esforço valeu à pena e o principal é que aprendemos mais sobre esse mundo fascinante que é a televisão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;Segue abaixo, um vídeo que mostra a rotina dos jornalistas e equipe do &lt;/span&gt;&lt;a href="http://g1.globo.com/jornalhoje/0,,16010,00.html"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;Jornal Hoje&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;, da Rede Globo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/c2tJzzM_oDI&amp;amp;hl=" width="425" height="344" type="application/x-shockwave-flash" fs="1&amp;amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6802299907061895778-6493751906399111636?l=carreirauniversitaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://carreirauniversitaria.blogspot.com/feeds/6493751906399111636/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://carreirauniversitaria.blogspot.com/2009/11/alem-da-teoria.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6802299907061895778/posts/default/6493751906399111636'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6802299907061895778/posts/default/6493751906399111636'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://carreirauniversitaria.blogspot.com/2009/11/alem-da-teoria.html' title='Além da teoria'/><author><name>Ana Paula Müller</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10107240542224353347</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6802299907061895778.post-4782752696695094728</id><published>2009-11-08T14:18:00.000-08:00</published><updated>2009-11-08T14:57:00.805-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Outros'/><title type='text'>Mídia Religiosa</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Para um trabalho de Iniciação ao Conhecimento Científico tivemos que propor um assunto para trabalhar o que aprendemos em aula. Acabei escolhendo o seguinte tema: A comunicação proposta pela A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Hoje, muitas religiões possuem revistas, programas de televisão e/ou jornais que facilitam a comunicação com seus membros. A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, mais conhecida como Mórmon, possui mais de 13 milhões de membros em todo o mundo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para facilitar a comunicação com os fiéis tem uma revista chamada “A Liahona”, um termo do &lt;a href="http://scriptures.lds.org/pt/bm/contents"&gt;Livro de Mórmon&lt;/a&gt; (um livro sagrado utilizados pelos membros), que significa “bússola” ou “orientador”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A revista é traduzida para mais de 51 países, com publicação mensal, é composta por histórias verídicas contadas pelos próprios membros, com editorias para os adultos, jovens, crianças e notícias sobre o que está ocorrendo na igreja mundialmente. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Abre espaço para que os membros contem experiências de vida e de sucesso, que possam ser compartilhadas com os outros através da revista. Um irmão da igreja no Japão, por exemplo, pode ficar sabendo de uma história que ocorreu com outro irmão aqui mesmo do Brasil, ou de outro país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Liahona pode ser encontrada na internet em vários idiomas no site &lt;a href="http://www.lds.org/"&gt;http://www.lds.org/&lt;/a&gt;. Para vê-la em inglês, clique em “Gospel Library” e para outros idiomas clique no “Languages”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://www.lds.org.br/brz_mn_item.asp?v_section=4&amp;amp;v_item=19&amp;amp;v_mask=KDFTPDKQOS"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 304px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401863006243756546" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_3bP8b3dcosg/SvdFyKx7mgI/AAAAAAAAADg/65qAaq1E8EM/s400/liahona.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Revista de Outubro de 2009&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6802299907061895778-4782752696695094728?l=carreirauniversitaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://carreirauniversitaria.blogspot.com/feeds/4782752696695094728/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://carreirauniversitaria.blogspot.com/2009/11/midia-religiosa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6802299907061895778/posts/default/4782752696695094728'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6802299907061895778/posts/default/4782752696695094728'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://carreirauniversitaria.blogspot.com/2009/11/midia-religiosa.html' title='Mídia Religiosa'/><author><name>Ana Paula Müller</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10107240542224353347</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_3bP8b3dcosg/SvdFyKx7mgI/AAAAAAAAADg/65qAaq1E8EM/s72-c/liahona.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6802299907061895778.post-4325565413547080662</id><published>2009-11-08T13:45:00.000-08:00</published><updated>2009-11-08T14:58:49.972-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Outros'/><title type='text'>Diretora da Fatto Comunicação palestra para alunos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Na sexta feira, dia 06, os alunos de Assessoria de Imprensa I, da &lt;a href="http://www.unisinos.br/"&gt;Unisinos&lt;/a&gt;, receberam em sala de aula a diretora e jornalista da &lt;a href="http://www.fattocom.com.br/"&gt;Fatto Comunicação&lt;/a&gt;, Fátima Torri. Convidada pela professora Lia Luz, a jornalista apresentou aos acadêmicos de uma forma descontraída e inteligente os serviços prestados pela Fatto e os trabalhos desenvolvidos aos clientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 214px; DISPLAY: block; HEIGHT: 226px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401856513665184226" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_3bP8b3dcosg/Svc_4QCkseI/AAAAAAAAADQ/Skel-2tHn4U/s400/Ela.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Com uma visão surpreendente de mercado, Fátima Torri deu dicas aos alunos de como ser um excelente profissional e o quanto a excelência no trabalho é importante para se destacar. Para ela, o uso das novas tecnologias trouxe mudanças na maneira de trabalhar a comunicação, exigindo do jornalista outras formas de produzir e escrever. “O profissional deve sair do padrão e virar do avesso”, diz.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;Jornalista com experiência em grandes veículos de comunicação nacionais, Torri compartilhou um pouco do seu trajeto profissional e a paixão pelo que faz. Destaca que a Fatto conta com &lt;a href="http://www.fattocom.com.br/Site/html/content/sobre/Default.aspx"&gt;profissionais capacitados&lt;/a&gt; e preocupados na constante busca de interagir e se relacionar com os clientes e está sempre ao encontro dos melhores resultados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 236px; DISPLAY: block; HEIGHT: 157px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401856519708505410" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_3bP8b3dcosg/Svc_4mjadUI/AAAAAAAAADY/JI3KXXHxX0g/s400/Equipe.jpg" /&gt; &lt;/span&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000000;"&gt;Equipe Fatto Comunicação&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Serviços oferecidos pela Fatto Comunicação: &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Assessoria de Imprensa;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Prevenção e Gerenciamento de Crises; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Comunicação Multimídia; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Training e Workshops; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Mensuração de Resultados e Relatórios de Avaliação; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Organização de coletivas e eventos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fotos: site Fatto Comunicação&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6802299907061895778-4325565413547080662?l=carreirauniversitaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://carreirauniversitaria.blogspot.com/feeds/4325565413547080662/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://carreirauniversitaria.blogspot.com/2009/11/diretora-da-fatto-comunicacao-palestra.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6802299907061895778/posts/default/4325565413547080662'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6802299907061895778/posts/default/4325565413547080662'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://carreirauniversitaria.blogspot.com/2009/11/diretora-da-fatto-comunicacao-palestra.html' title='Diretora da Fatto Comunicação palestra para alunos'/><author><name>Ana Paula Müller</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10107240542224353347</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_3bP8b3dcosg/Svc_4QCkseI/AAAAAAAAADQ/Skel-2tHn4U/s72-c/Ela.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6802299907061895778.post-127966854129253633</id><published>2009-11-08T11:28:00.000-08:00</published><updated>2009-11-27T17:39:21.944-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Outros'/><title type='text'>Ficção ou coincidência?</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/SvdNuh9XSLI/AAAAAAAAAF8/Hvo-srLqZjY/s1600-h/mera-coincidencia-poster03.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 186px; FLOAT: left; HEIGHT: 264px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401871739839269042" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/SvdNuh9XSLI/AAAAAAAAAF8/Hvo-srLqZjY/s200/mera-coincidencia-poster03.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Disciplina:&lt;/strong&gt; Assessoria de Imprensa I&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Análise do filme Mera Coincidência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Por Magda Marques&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O filme &lt;a href="http://www.interfilmes.com/filme_13894_Mera.Coincidencia-(Wag.the.Dog).html"&gt;Mera Coincidência&lt;/a&gt; mostra no enredo o poder que a mídia tem em manipular e desviar a atenção do público de determinado fato. Com a direção de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Barry_Levinson"&gt;Barry Levinson&lt;/a&gt;, narra a história de um fictício presidente americano que se considerava reeleito. Porém, dias antes das eleições a descoberta de uma amante toma grandes proporções na Imprensa. Para resolver esse escândalo sexual é contratado Conrad Bean (&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Robert_de_niro"&gt;Robert De Niro&lt;/a&gt;), que busca um produtor de Hollywood, Stanley Motss (&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dustin_hoffman"&gt;Dustin Hoffman&lt;/a&gt;). A ideia é inventar uma guerra entre os Estados Unidos e um país que a população desconhecia, a Albânia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A manipulação informativa e a fabricação de notícias estão cada vez mais presentes na atualidade. Acontecimentos que geram desconfiança ocorrem a décadas, como exemplo, a &lt;a href="http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_secao=7&amp;amp;id_noticia=114934"&gt;Operação Colombo&lt;/a&gt;, no Chile em 70, que provocou a morte de 119 pessoas. Existe a suspeita de que editores e jornalistas participaram da estratégia midiática de “mascarar” os assassinatos dos opositores do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Augusto_Pinochet"&gt;General Augusto Pinochet&lt;/a&gt;. Os jornais El Mercúrio, La Segunda e La Tercera , divulgavam informações plantadas pelos serviços secretos do ditador, incriminando o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Movimento_de_Esquerda_Revolucion%C3%A1ria"&gt;Movimento de Esquerda Revolucionário&lt;/a&gt; (MIR) pelas mortes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manchetes de primeira página diziam que "O MIR assassinou 60 de seus homens - Executados por seus próprios companheiros". Para dar maior "credibilidade" à notícia, os jornais chilenos diziam que a revelação tinha sido divulgada em publicações brasileiras e argentinas. Os familiares das vítimas da Operação Colombo consideram os meios de comunicação "encobridores dos assassinatos". Fato como este serve para se refletir sobre que tipo de jornalismo está sendo praticado no mundo contemporâneo. Sob a linha da imparcialidade, a população recebe diariamente uma “enxurrada” de informações, que não passam pela devida análise. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Informações Técnicas&lt;br /&gt;Título no Brasil:&lt;/strong&gt; Mera Coincidência&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Título Original:&lt;/strong&gt; Wag the Dog&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;País de Origem:&lt;/strong&gt; EUA&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gênero:&lt;/strong&gt; Comédia&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tempo de Duração:&lt;/strong&gt; 97 minutos&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ano de Lançamento:&lt;/strong&gt; 1997&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Estúdio/Distrib.:&lt;/strong&gt; Warner Home Vídeo&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Barry Levinson&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6802299907061895778-127966854129253633?l=carreirauniversitaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://carreirauniversitaria.blogspot.com/feeds/127966854129253633/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://carreirauniversitaria.blogspot.com/2009/11/ficcao-ou-coincidencia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6802299907061895778/posts/default/127966854129253633'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6802299907061895778/posts/default/127966854129253633'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://carreirauniversitaria.blogspot.com/2009/11/ficcao-ou-coincidencia.html' title='Ficção ou coincidência?'/><author><name>Magda Marques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15455249028921123028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/Suze_dI1VRI/AAAAAAAAAEQ/Ow8SEFGeZGA/S220/Imag041.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/SvdNuh9XSLI/AAAAAAAAAF8/Hvo-srLqZjY/s72-c/mera-coincidencia-poster03.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6802299907061895778.post-7278567433266392872</id><published>2009-11-08T04:29:00.000-08:00</published><updated>2009-11-08T05:20:33.610-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Noticia'/><title type='text'>Direitos dos Povos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Foto: Minc&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/Sva6Fe3A-PI/AAAAAAAAAFU/TA-oLEUkIHA/s1600-h/minc.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 223px; FLOAT: left; HEIGHT: 186px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401709406423415026" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/Sva6Fe3A-PI/AAAAAAAAAFU/TA-oLEUkIHA/s200/minc.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;Secretário Américo Córdula participou da abertura do 1º Encontro Internacional da Diversidade Cultural &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;“O conceito de diversidade cultural se tornou, nos últimos anos, sinônimo de uma política afirmativa de garantia dos direitos dos povos. Uma política ampla, que abrange aspectos fundamentais das relações humanas e propõe ações de estímulo às diferentes expressões culturais, na construção de uma cultura de paz, de aceitação do outro e de diminuição das diferenças sociais, culturais e de gênero.”&lt;br /&gt;A afirmação foi feita na manhã desta quinta-feira, 5 de novembro, na abertura do &lt;a href="http://www.cultura.gov.br/site/2009/11/05/convencao-da-unesco/"&gt;1º Encontro Internacional da Diversidade Cultural &lt;/a&gt;pelo secretário da Identidade e da Diversidade Cultural do &lt;a href="http://www.cultura.gov.br/site/"&gt;Ministério da Cultura&lt;/a&gt;, Américo Córdula, ao defender o direito de manifestação das diferentes expressões culturais dos povos como forma de diminuir as diferenças sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Córdula salientou a importância da participação da sociedade civil, por meio das coalizões com representação em vários países na implementação da Convenção da Diversidade Cultural. Ele defendeu também a necessidade de criação de um comitê cultural, no âmbito da Organização Mundial do Comércio, como forma de assegurar, a cada país, o direito sobre a comercialização dos seus bens e serviços culturais. “Afinal, vale lembrar que a próxima rodada de negociações de liberalização de comércio no âmbito da OMC terá como objeto os serviços, nos quais se incluem diversos segmentos da produção cultural”, destacou. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“A Convenção da Diversidade Cultural foi a primeira a explicitar, num artigo exclusivo, a importância da sociedade civil no trabalho para alcançar seus objetivos. As Coalizões da Diversidade têm, portanto, um papel essencial em todo esse processo, principalmente na divulgação da importância desse tema”, acrescentou o secretário, que conclamou os participantes a trabalharem no fortalecimento do Fundo Internacional de Diversidade Cultural, com o objetivo de garantir financiamento de projetos estruturantes das indústrias culturais dos países menos favorecidos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Américo Córdula lembrou, ainda, que o fórum de discussões, em Salvador, ajudará a assimilar e aprofundar os conceitos nos quais se baseia a Convenção sobre a Proteção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais, que já permeia todas as políticas implementadas pelo Ministério da Cultura. “Estamos trabalhando para promover sua ampla compreensão e incorporação por todas as demais instâncias públicas que trabalham com a cultura em nosso país”, garantiu. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O secretário ressaltou que a Convenção da Diversidade Cultural serviu também como ponto de referência na elaboração do &lt;a href="http://www.cultura.gov.br/site/categoria/politicas/plano-nacional-de-cultura/"&gt;Plano Nacional de Cultura&lt;/a&gt;, primeiro planejamento público de longo prazo, que está tramitando no Congresso Nacional e que terá validade para os próximos 10 anos. “Esse Plano foi criado após um processo igualmente democrático e participativo, e provocará a elaboração de Planos estaduais e municipais que serão de grande importância para a consolidação de um Sistema Nacional de Cultura, que vai organizar, no Brasil, as relações entre todos os Estados e municípios e a sociedade.” &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Além do secretário da Identidade e da Diversidade Cultural do MinC, que representou o ministro da Cultura, Juca Ferreira, fizeram parte da mesa de abertura o presidente da &lt;a href="http://www.diversidadeculturalbrasileira.com/"&gt;Federação Internacional das Coalizões da Diversidade Cultural&lt;/a&gt;, Rasmane Ouedraogo, africano de Burkina Faso, o presidente da Coalizão Brasileira, Geraldo Moraes e o secretário de Cultura da Bahia, Márcio Meireles. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O ministro Juca Ferreira fará conferência nesta sexta-feira, 6 de novembro, quando discorrerá sobre A Convenção da Unesco: progressos realizados e futuros desafios - O papel da sociedade civil. No sábado, dia 7, o secretário Américo Córdula participará, pela manhã, de uma mesa-redonda que discutirá Perspectivas da Diversidade Cultural. À tarde, a mesa-redonda com o tema A Integração da Cultura no Desenvolvimento Nacional e na Cooperação Internacional contará com a presença do secretário executivo do MinC, Alfredo Manevy. Programação completa e outras informações podem ser obtidas no site &lt;a href="http://www.eidc.com.br/"&gt;http://www.eidc.com.br/&lt;/a&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(Heli Espíndola, Comunicação SID/MinC)&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6802299907061895778-7278567433266392872?l=carreirauniversitaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://carreirauniversitaria.blogspot.com/feeds/7278567433266392872/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://carreirauniversitaria.blogspot.com/2009/11/direitos-dos-povos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6802299907061895778/posts/default/7278567433266392872'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6802299907061895778/posts/default/7278567433266392872'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://carreirauniversitaria.blogspot.com/2009/11/direitos-dos-povos.html' title='Direitos dos Povos'/><author><name>Magda Marques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15455249028921123028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/Suze_dI1VRI/AAAAAAAAAEQ/Ow8SEFGeZGA/S220/Imag041.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/Sva6Fe3A-PI/AAAAAAAAAFU/TA-oLEUkIHA/s72-c/minc.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6802299907061895778.post-7075146365499463391</id><published>2009-11-07T19:06:00.000-08:00</published><updated>2009-11-08T15:16:04.792-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Outros'/><title type='text'>Filme Irreversível</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/SvY2Lptx7FI/AAAAAAAAAFM/TT53w9VxHbY/s1600-h/irreversivel.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 173px; FLOAT: left; HEIGHT: 247px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401564376881818706" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/SvY2Lptx7FI/AAAAAAAAAFM/TT53w9VxHbY/s200/irreversivel.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Disciplina:&lt;/strong&gt; Semiótica&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Análise do filme Irreversível&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Por Magda Marques&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme começa pelo final com a exibição dos créditos em letras invertidas. O diretor &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/http//pt.wikipedia.org/wiki/Gaspar_No%C3%A9"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Gaspar Noé&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; usa uma estrutura narrativa e ordem cronológica invertida para manejar as expectativas do espectador, que espera ver logo o desenrolar da cena para entender o porquê dos atos que se sucedem. O filme inicia com cenas perturbadoras, que causam certo desconforto pela constante oscilação da câmera e obscuridade na imagem. A exemplo de uma das primeiras cenas, na segunda tomada do filme, quando o personagem Pierre ao defender seu amigo Marcus, em uma boate gay, espanca violentamente com um extintor a face do homem que o agredia. Esses personagens e motivações para essa ação violenta só são conhecidos e compreendidos mais tarde no decorrer das cenas. Com isso, a cada seguimento se usa de mecanismo narrativo que prorroga a resposta emocional daquele que assiste ao filme.&lt;br /&gt;A primeira parte de &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.cranik.com/irreversivel.html"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Irreversível&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; é construída de seqüências com planos em movimento, com certa obscuridade na cena e mobilidade da câmera tornando os personagens e cenários difíceis de reconhecer em meio a tamanha poluição visual e sonora. Como exemplo, as cenas dentro da boate gay sado-masoquista. A imagem poluída e de pouca iluminação de alguns planos contínuos do filme reforça a sensação de realidade nas tomadas de violência e ódio expressadas pelos personagens. A exemplo da cena de estupro e morte da mulher de Marcus, quando nessa, a câmera é colocada no nível do solo. Os ângulos e rotações ainda serviram para separar cada “take”. Quando a câmera girava de forma desfocada e surreal nas primeiras seqüências do filme, isso indicava que um retrocesso tinha recém ocorrido na trama, passando ao público que estaríamos a presenciar uma nova seqüência. Nas cenas finais a iluminação fica mais clara e nítida, passando boas sensações. Por exemplo, quando os três amigos estão juntos e alegres conversando no trem e no elevador. No inicio (ou final), o filme de Gaspar Noé mostra com a frase, “o Tempo tudo destrói”, a impossibilidade de reverter acontecimentos determinantes, dependendo ou não de nós.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ano de lançamento: França - 2002 &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Direção: Gaspar Noé &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Atores: &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Monica_bellucci"&gt;Monica Bellucci&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vincent_cassel"&gt;Vincent Cassel&lt;/a&gt; , Albert Dupontel , Philippe Nahon , Jo Prestia &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Duração: 01h39min &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Descrição: Dois amigos partem em uma busca desesperada atrás da pessoa que estuprou a namorada de um deles. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6802299907061895778-7075146365499463391?l=carreirauniversitaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://carreirauniversitaria.blogspot.com/feeds/7075146365499463391/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://carreirauniversitaria.blogspot.com/2009/11/filme-irreversivel.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6802299907061895778/posts/default/7075146365499463391'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6802299907061895778/posts/default/7075146365499463391'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://carreirauniversitaria.blogspot.com/2009/11/filme-irreversivel.html' title='Filme Irreversível'/><author><name>Magda Marques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15455249028921123028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/Suze_dI1VRI/AAAAAAAAAEQ/Ow8SEFGeZGA/S220/Imag041.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/SvY2Lptx7FI/AAAAAAAAAFM/TT53w9VxHbY/s72-c/irreversivel.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6802299907061895778.post-2744656810385563764</id><published>2009-11-07T18:48:00.000-08:00</published><updated>2009-11-08T15:17:36.683-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reportagem'/><title type='text'>Delinquencia vem de Bonde</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Foto: Pedro Belo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/SvWmv8sOqNI/AAAAAAAAAE4/0qx-o0t4_Is/s1600-h/foto+picha%C3%A7%C3%A3o.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 248px; FLOAT: left; HEIGHT: 181px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401406670776477906" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/SvWmv8sOqNI/AAAAAAAAAE4/0qx-o0t4_Is/s200/foto+picha%C3%A7%C3%A3o.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Disciplina:&lt;/strong&gt; Redação II&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Gangues de adolescentes cometem pichações, espancamentos e assaltos em Porto Alegre&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Por Magda Marques&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Eles não têm medo da prisão e nem da morte, uma geração de delinquentes que desafia a polícia. Estas gangues, ou chamados “bondes”, deixam sua marca rabiscada nos muros da capital. Enxame, adideiros, tiranos, perversos, em torno de 120 &lt;a href="http://www.dicionarioinformal.com.br/buscar.php?palavra=bonde"&gt;bondes&lt;/a&gt; se concentram nas zonas norte, leste e sul da cidade. Vestem-se com roupas de marcas famosas, usam tênis e boné da moda. Há os que se identificam pelas correntes e braceletes de prata. Para humilhar os adversários, agridem e levam seus pertences como troféu. A rebeldia, drogadição, más companhias e fugas de casa são os primeiros sinais de quem está envolvido com estes grupos. No começo praticam vandalismo e lesão corporal, sem perceber acabam cometendo crimes mais graves como o homicídio. Geralmente são meninos, estudantes, entre 13 e 17 anos, de vários extratos sociais. A principal motivação dos bondes para ações violentas é mostrar poder e demarcar território.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na internet se exibem em fotos nas páginas do &lt;a href="http://www.orkut.com/"&gt;Orkut&lt;/a&gt;, site de relacionamento no qual marcam encontros para cometer algum delito em pontos da cidade com grande fluxo de pessoas. O termo bonde é uma gíria originária do meio penitenciário que designa o veículo para a transferência de presos. Cada grupo concentra em média 50 integrantes. Atualmente há vários tipos, os mais violentos são os que combinam arrastões, tráfico de drogas e mortes. Os menos violentos, que são a maioria, cometem furtos, agressões físicas e pichações. A droga mais comum entre eles ainda é a maconha, mas aumentou muito o consumo de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Crack"&gt;crack &lt;/a&gt;nos últimos anos. Tem adolescente que fuma 40 “pedras” por dia. Sustentar o vício custa caro, a saída encontrada é roubar. Muitas vezes, aliciados por traficantes, ingressam no crime organizado. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Foto ilustrativa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/SvWoFeWJVUI/AAAAAAAAAFA/Qi3DJ6GIuW0/s1600-h/picha%C3%A7%C3%A3o.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 170px; FLOAT: left; HEIGHT: 241px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401408140099540290" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/SvWoFeWJVUI/AAAAAAAAAFA/Qi3DJ6GIuW0/s200/picha%C3%A7%C3%A3o.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; “A família não está cumprindo o seu papel social de zelar, educar e dar limites aos filhos. Quando você leva ao conhecimento dos pais o comportamento do filho eles não tinham a mínima noção do que ele fazia quando se agrupava com seus amigos. Também tem pais coniventes, que passam a mão na cabeça”, diz o delegado do Departamento Estadual da Criança e do Adolescente (Deca), Christian Nedel. Os pais, às vezes, não querem se envolver, são omissos e transferem a responsabilidade para as instituições de ensino, que não têm condições de absorver essa demanda. A diretora da Escola estadual Costa e Silva, de Porto Alegre, Maria Inês Vasconcellos, explica que os alunos gazeiam aula e não se comprometem com o estudo. A escola hoje serve como um ponto de encontro para a combinação de delitos. “Eu já fui ameaçada de morte e muitos professores são agredidos nas salas de aula. Bondes rivais se encontram aqui dentro e entram em confronto. Desconfiamos que alunos vêm armados e até já senti cheiro de maconha no corredor, mas ainda não conseguimos pegar ninguém.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em casos pontuais, as meninas na gangue são usadas para levar drogas e armas para dentro da escola, por aparentemente não emitirem suspeita, agem livremente repassando a outro adolescente. Em junho de 2007, Luís Paulo Train, 19 anos, morreu baleado no peito após uma briga numa festa junina na Escola Técnica Parobé. O atirador tinha 16 anos, junto com a namorada de 14, que escondeu a arma. Eles integravam o bonde dos Sopas. Outro assassinato ocorreu em dezembro passado. Um menino de 16 anos atirou quatro vezes contra o jovem Rafael Pandolfo, 18 anos, numa praça ao lado de um shopping. A suspeita é de que os garotos integrassem o mesmo bonde. As administradoras de shoppings já estão tomando medidas para evitar arrastões. No Praia de Belas e no Barra Shopping Sul, a entrada de adolescentes é observada. “Têm seguranças que não permitem que fique um agrupamento de três ou quatro adolescentes numa atitude suspeita”, ressalta o Delegado. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Foto: Rapper Dogg&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/SuzPDCzjoqI/AAAAAAAAADg/swU2EXSrrzw/s1600-h/rapper+dogg.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 203px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398917704510055074" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/SuzPDCzjoqI/AAAAAAAAADg/swU2EXSrrzw/s320/rapper+dogg.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Jovens complexados e inseguros, com baixa autoestima, sentindo-se humilhados e inferiores são acolhidos pelo crime organizado. “Está na moda ser violento, ter arma, estar com um bom tênis, estar bem vestido, chamar a atenção no meio do grupo em que convive, isso motiva que eles criem uma fantasia, de que ser uma pessoa violenta, um criminoso, vai chamar a atenção das garotinhas, e ele vai ter dinheiro, um bom carro, nem que seja por algum tempo, e assim vai se tornar uma liderança”, diz o músico &lt;a href="http://www.myspace.com/rapperdogg"&gt;Rapper Dogg&lt;/a&gt;, ex-presidiário regenerado. O tráfico de drogas é a atividade que mais emprega delinquentes. “Existe garotos que já cometeram mais de nove homicídios, alguns deles têm pontos de droga e financiam o crime organizado para a compra de armas”, afirma Dogg. O músico, hoje com 39 anos, passou a maior parte de sua vida cometendo crimes e reincidindo no sistema prisional. Sua luta é para que as autoridades ajudem na recuperação de jovens criminosos e usuários de drogas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre eles, é comum ouvir dizer que o crime leva a três “Cs”: cadeia, cemitério e cadeira de rodas. Mesmo assim, seguem na contravenção porque acreditam que não têm mais nada a perder indo até as últimas consequências. Jovens que não apresentam transtornos de personalidade sentem culpa e arrependimento, esses ainda têm chance de recuperação. Rapper Dogg é enfático quanto aos bondes mais violentos. “Esta juventude está cansada de ser invisível, quer aparecer nem que seja através da violência. Que chore a mãe da vítima do que a mãe deles. Eles querem ser vistos, cansaram de serem oprimidos, é uma juventude que não quer se calar, uma juventude disposta a pagar com seu próprio sangue para sair do anonimato. Quando veem a polícia, se tiver que matar, eles matam.” O Rapper está finalizando um documentário chamado “Bondes ou Gangues."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/SuTA2paHBaI/AAAAAAAAACU/1DcLURqDNS8/s1600-h/Bonde+armado.JPG"&gt;&lt;img style="WIDTH: 480px; HEIGHT: 289px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5396650298557531554" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/SuTA2paHBaI/AAAAAAAAACU/1DcLURqDNS8/s320/Bonde+armado.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Foto: Daniel Oliveira&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Fundação de Atendimento Sócio-educativo do RS &lt;a href="http://www.fase.rs.gov.br/portal/index.php"&gt;(Fase)&lt;/a&gt;, antiga Febem, tem proporcionado o estudo que os jovens internados negligenciaram quando livres. Porém, inseri-los no mercado de trabalho é um desafio, já que as empresas não se interessam em contratar menores infratores. A medida máxima de internação é de três anos. Dependendo do delito, o jovem é designado a cumprir apenas serviços comunitários. Quando saem da Fase com o Ensino Fundamental ou Médio completo, frequentemente recaem em vínculos com o crime. “Uma sociedade que prega a educação, mas não gera oportunidades concretas, corre o risco de contribuir para que o crime organizado se torne mais inteligente, quando estimulado o intelecto e a criatividade dos jovens”, alerta o médico psiquiatra judiciário, do Foro Central de Porto Alegre, Montserrat Antonio Martins. O psiquiatra analisa que a punição de ser preso não é suficiente para inibir o desejo da experiência. “O jovem que rouba um carro sabe que vai ser pego, não está fora da realidade imaginando que vai ficar com aquele carro para sempre. O que ele quer é ter aquela vivência. Fatores psicológicos motivam a delinquir, como a necessidade de se sentir importante. Não é o discurso moralista dos agentes da lei que vai recuperá-los, e sim o afeto familiar.” &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na busca do pertencimento a grupos e acesso a bens materiais, o jovem torna-se “presa fácil” de organizações criminosas. A desigualdade social e o apelo ao consumo podem despertar numa camada mais humilde a identificação com o comportamento transgressor. O super-herói desses jovens é o bandido. Inverter essa lógica depende do empenho não só do estado, mas também da sociedade civil. O crescimento desenfreado da violência demonstra ineficiência nas ações vigentes de combate à criminalidade em comunidades carentes. Investimento em políticas públicas e sociais, como programas de geração de renda, atividades esportivas, culturais e educacionais podem colaborar num processo de reflexão. A família tem o papel fundamental de orientar e direcionar o jovem a criar um projeto de vida, no qual a violência não tenha espaço. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6802299907061895778-2744656810385563764?l=carreirauniversitaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://carreirauniversitaria.blogspot.com/feeds/2744656810385563764/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://carreirauniversitaria.blogspot.com/2009/11/delinquencia-vem-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6802299907061895778/posts/default/2744656810385563764'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6802299907061895778/posts/default/2744656810385563764'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://carreirauniversitaria.blogspot.com/2009/11/delinquencia-vem-de.html' title='Delinquencia vem de Bonde'/><author><name>Magda Marques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15455249028921123028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/Suze_dI1VRI/AAAAAAAAAEQ/Ow8SEFGeZGA/S220/Imag041.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/SvWmv8sOqNI/AAAAAAAAAE4/0qx-o0t4_Is/s72-c/foto+picha%C3%A7%C3%A3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6802299907061895778.post-3506171645849666648</id><published>2009-11-07T18:42:00.001-08:00</published><updated>2009-11-08T15:19:17.958-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reportagem'/><title type='text'>Rastreador de Plágio</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Foto: Luiz Freitas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/SuzTiMtYbxI/AAAAAAAAADo/wewqlPe-7HY/s1600-h/Educa%C3%A7%C3%A3o_babelia_2.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 210px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398922637790965522" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/SuzTiMtYbxI/AAAAAAAAADo/wewqlPe-7HY/s320/Educa%C3%A7%C3%A3o_babelia_2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Disciplina&lt;/strong&gt;: Redação II&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Software ajuda professores a localizar trabalhos copiados da internet &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Por Magda Marques&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O uso da internet é uma inovação na sala de aula, o que amplia a comunicação entre aluno e professor. Neste espaço, o estudante encontra uma infinidade de recursos e informações que contribuem para o seu desempenho. Essa fonte inesgotável de conhecimento, no entanto, está se tornando um território livre para a fraude. Em poucos minutos, com simples comandos, o aluno tem um trabalho pronto em mãos. O professor, quando desconfia, procura em sites de busca trechos semelhantes para revelar a falsa autoria. Assinar algo feito por outra pessoa é plágio, um delito que fere a moral social vigente no meio universitário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O maior problema está nos trabalhos de final de curso, nos quais se confere a veracidade da pesquisa científica. Momento em que se coloca à prova a capacidade pessoal de realização do estudante. A revista &lt;a href="http://revistaensinosuperior.uol.com.br/"&gt;Ensino Superior&lt;/a&gt;, do mês de setembro, apresenta uma matéria sobre a criação de um software desenvolvido para apontar cópias em trabalhos, a partir de textos publicados na internet. O idealizador é o professor de Ciências da Computação da Universidade Católica de Santos &lt;a href="http://www.unisantos.br/web/guest/principal"&gt;(UniSantos)&lt;/a&gt; Fernando Campos de Macedo. “A ideia é poupar o professor de assinar um trabalho inverídico e reduzir o tempo de verificação gasto pelos docentes”, destaca Macedo na reportagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Várias ferramentas de pesquisa também vêm sendo utilizadas por professores de Universidades do Rio Grande do Sul. O gerente acadêmico da Unidade de Graduação da &lt;a href="http://www.unisinos.br/"&gt;Unisinos&lt;/a&gt;, Artur Jacobus, admite que, apesar de todos os cuidados, não se elimina integralmente a chance de ocorrerem situações de plágio. A cada semestre, algumas ocorrências são identificadas, normalmente antes que o trabalho seja avaliado pela banca. “Os docentes dos cursos de graduação da universidade adotam formas sistematizadas de identificação de fraude”, afirma Jacobus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A coordenadora do curso de Relações Públicas da Unisinos, Erica Hiwatashi, diz que, por semestre, pelo menos, um trabalho de conclusão plagiado é identificado no curso de Comunicação. O uso de estilos textuais divergentes ao longo do texto são sinais de cópia. “Partes curtas de textos extraídos da internet não se considera grave, mas um conteúdo extenso é inadmissível. Na dúvida, o professor busca os trechos copiados da obra, apresenta as provas e o aluno é reprovado”, diz Erica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudantes imaturos, com sentimento de baixa eficácia, creem que são incapazes de realizar um trabalho com eficiência. O jovem da era digital não consegue se imaginar longe da tecnologia que o cerca. Às vezes, um aluno acomodado, sem iniciativa, trapaceia para garantir uma boa nota. Na Unisinos houve o caso de um aluno de Relações Públicas que, em frente à banca do trabalho de conclusão, teve sua pesquisa revelada como plágio. Na presença de amigos e parentes, sofreu o embaraço de ser reprovado por fraude. “É constrangedor, pois o aluno fica marcado como incompetente para se formar”, lamenta Erica Hiwatashi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Centro universitário Ritter dos Reis &lt;a href="http://www.uniritter.edu.br/"&gt;(UniRitter)&lt;/a&gt; já cogitou, em reunião, a possibilidade de utilização deste programa de computador paulista. A informação se espalhou entre os alunos e causou certo temor. “Creio que só a notícia vazada da aquisição do software já deu um efeito moralizador nos trabalhos de conclusão de curso”, diz o professor de Administração Paulo Ricardo Meira. Conversar com o estudante antes da banca da monografia é uma solução encontrada por ele, que prefere evitar a desmoralização pública do acadêmico. “Exponho que há problemas, levando-o a reconsiderar e formar-se no semestre seguinte, após refazer o trabalho.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem se identificar, um aluno de Jornalismo de uma universidade de Porto Alegre admite que já copiou muitos textos da internet para garantir uma boa nota. “Eu tenho dois empregos e não sobra tempo para fazer os trabalhos. A internet é uma tentação para quem precisa de um release ou resenha de livro”, diz o jovem de 21 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Doutor em Antropologia e vice-diretor da Unidade de Comunicação Social da Universidade Estadual do Rio de Janeiro &lt;a href="http://www.uerj.br/"&gt;(UERJ)&lt;/a&gt;, Hugo Rodolfo Lovisolo analisa que qualquer recurso para a redução de custos ou de esforços, na obtenção da titulação, vem sendo usado. Em sua opinião, há décadas dominam no campo da formação universitária os discursos utilitaristas. Dentro desta lógica, plagiar a monografia parece racional. “O aluno torna-se uma máquina de minimizar esforços. A carreira universitária deixa de ser uma finalidade e passa a ser um meio para o mercado de trabalho”, afirma Lovisolo. Felizmente, os plagiadores não são maioria, geralmente o acadêmico prefere testar seus conhecimentos se dedicando na pesquisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saiba mais sobre o software que detecta textos plagiados:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.unisantos.br/detectaplagio"&gt;www.unisantos.br/detectaplagio&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/SuzV8JnERII/AAAAAAAAAEA/qkP5UolGZXo/s1600-h/plagio.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 309px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398925282659026050" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_HLch638B88k/SuzV8JnERII/AAAAAAAAAEA/qkP5UolGZXo/s320/plagio.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6802299907061895778-3506171645849666648?l=carreirauniversitaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://carreirauniversitaria.blogspot.com/feeds/3506171645849666648/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://carreirauniversitaria.blogspot.com/2009/11/delinquencia-vem-de-bonde.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6802299907061895778/posts/default/3506171645849666648'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6802299907061895778/posts/default/3506171645849666648'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://carreirauniversitaria.blogspot.com/2009/11/delinquencia-vem-de-bonde.html' title='Rastreador de Plágio'/><author><name>Magda Marques</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15455249028921123028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' 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